Les folies sont finies

É quando abrimos os olhos para o que precisa ser visto.

Archive for Janeiro 2009

Fontes…

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Apenas porque não consegui, durante o Ctrl C + Ctrl V do post anterior, colocar a FONTE do texto  abaixo…

Chamou minha atenção o uso de tantos ditos populares, frases, trechos musicais em um texto só produzir tamanho efeito de coerência!

Aqui vai o link de onde achei-o-o:

http://www.overmundo.com.br/banco/indagacoes

É tudo por ora!

Escrito por entremeando

22, Janeiro , 2009 em 10:15 pm

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Texto interessante! Leiam!

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“INDAGAÇÕES”
Fausto F · Rio deJ·aneiro (RJ) · 25/6/2008

Quem procura acha?
Quem espera sempre alcança?
Farinha pouca meu pirão primeiro?
De cavalo dado não se olha os dentes?
Melhor um pássaro que na mão que dois voando?
Assim na terra como no céu?
O risco no chão obsidia a galinha?
O que quer uma mulher?
Amar é dar o que não se tem
Em terra de cego quem tem um olho é rei?
Vou m’embora pra Passárgada?
Tal pai tal filho?
Filho de peixe peixinho é?
Quem com ferro fere com ferro será ferido?
Em sua própria casa um profeta não faz milagres?
Diga-me com quem andas e te direi quem és?
O hábito do cachimbo faz a boca torta?
A quem te bater numa face dar-lhe-ás a outra?
Se tudo é falso, tudo é verdadeiro?
Se tudo é relativo, nada é relativo?
O bom filho à casa torna?
É de pequeno que se torce o pepino?
Sua alma sua palma?
Ladrão que rouba ladrão tem cem anos de perdão?
Fí-lo porque quí-lo?
Em boca fechada não entra mosca?
Em rio que tem piranha jacaré nada de costas?
O apressado come cru?
Devagar se vai ao longe?
A ocasião faz o ladrão?
O sonho acabou?
Nada vale a pena?
Pé de pato mangalô três vezes?
Quem ama o feio bonito lhe parece?
Deus ajuda a quem cedo madruga?
Quem tem boca vai a Roma?
Pimenta nos olhos dos outros é refresco?
Cada um sabe onde o sapato aperta?
Retribui mal ao mestre quem permanece para sempre discípulo?
Mestre é quem de repente aprende?
Caas de ferreiro, espeto de pau?
Viver é muito perigoso?
É Deus?
É o diabo?
É o carro enguiçado?
É a lama? É a lama?
É Deus quem sabe do profundo e do escondido?
Olho por olho, dente por dente?
As palavras voam?
O escrito permanece?
O pulso ainda pulsa?
A desculpa do aleijado é a muleta?
Quem quer bem feito não manda fazer, faz?
Gato escondido com rabo de fora?
Ri melhor quem ri por último?
É o ódio que mantém o homem vivo?
É o amor?
Todos os caminhos levam a Deus?
Você é responsável por aquilo de cativa?
É proibido proibir?
Deus está morto?
Então tudo é permitido?
Ou tudo é proibido?
Somos os mortos que ainda jantam?
Clementine diz sabe que tudo isso vai acabar? O que faremos?
Joel responde: aproveitamos?
Será?
Já olhou o mar hoje? Ou as montanhas? Ou o céu?
Já saboreou cada momento, este momento, como um faminto devora um prato de comida como se fosse o último prato de comida?
Somos cadáveres adiados que procriam?
Você não pertence a mim?
Você não pertence a ninguém?
O pior cego é o que não quer ver?
Desgraça pouca é bobagem?
Não deixe tua mão esquerda saber o que fez a direita?
Viver é um processo de demolição?
Quem cala, consente?
Minha casa é meu chapéu?
O meu lugar é onde você quer que ele seja?
Tudo o que vive deve morrer?
Deus está conosco até o pescoço?
Há muito parqa fazer e tão pouco tempo?
Mais luz?
Vejo a vida melhor no futuro?
Nada se cria, tudo se copia?
Tudo é divino maravilhoso?
O freguês tem sempre razão?
Todos teremos 15 minutos de fama?
À noite todos os gatos são pardos?
Pau que dá em João dá em Francisco?
Somos todos iguais perante à lei?
Somos todos iguais?
O que sobe desce?
Nascemos entre urinas e fezes?
Há muitas manhãs que ainda não despontaram?
Aonde leva o caminho do campo?
Nada será como antes?
Os dados ainda estão rolando?
Deus não joga dados?
Sou o que sou?
Ou o que pareço ser?
Sou o que não sei?
Ser ou ter?
Matar ou morrer?
Ficar ou correr?
O que fazemos enquanto estamos aqui?
O que não me mata me fortalece?
Falem mal mas falem de mim?
Quem é vivo sempre aparece?
Tudo vale a pena quando a alma não é pequena?
Feridor sou rei?
É a estrada?
É o fim do caminho?
É o resto?
É a flor estrgada?
Morangos modados?
É a língua que lambe?
É o corpo sozinho?
É o cheiro do ralo?
Quem ainda bebe rabo de galo?
Temos todo o tempo do mundo?
Tudo o que é raso já foi profundo?
O sertão vai virar mar?
O mar vai virar sertão?
É melhor ser escravo na terra que senhor no céu?
É melhor ser senhor no inferno que escravo no céu? (Lúcifer divaga)
Deus está surdo?
Deus está mudo?
Deus está morto?
Mais vale viver 10 anos a mil que mil anaos a dez?
Quem sabe sabe?
Combati o bom combate?
O jogo é jogado?
A verdade está lá fora?
Quem não sabe brincar não brinca?
Tudo o que retorna é o mesmo?
Tudo retorna?
O que fazemos na vida ecoa na eternidade?
Deve-se levar vantagem em tudo?

Perguntar ofende?

Escrito por entremeando

22, Janeiro , 2009 em 10:07 pm

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Movimento inicial…

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Renascimento

“Renascendo por entre as cinzas

A ideologia do enriquecimento…

Da alma, que a cada hora pede

Que se satisfaçam todos os seus imediatismos!


A angústia de ter nascido

E a euforia de estar vivendo

Permeiam o ser mais íntimo

Que vive, a cada sopro de vida,

O ar que inspiramos todos os dias…


Um eterno renascer nesse imenso arquivo

Vivo e elétrico que se expande…

À cata de qualquer migalha que se aproveite.


Processo que num átimo de segundo

Muda conceitos e sentimentos

Numa constante rotação, à busca

Dessa imensa satisfação, que exige

Eternamente o ato do renascimento…”

Escrito por entremeando

16, Janeiro , 2009 em 9:12 am

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